Estou tão emocionada ainda, que só em lembrar fico com vontade de chorar! Deve ser por causa do meu "estado interessante", como diz meu marido. "Emergência 190”, atendeu o soldado da PM (SC) Cilézio Ramos.
No dia 19 de outubro, o soldado Cilézio Ramos atendeu uma ligação que marcaria para sempre a vida dele e mudaria o destino de toda uma família. Mãe - Boa tarde, é que eu estou com minha nenê passando mal, ela se engasgou, não está respirando.
Soldado - Não está respirando, senhora? A senhora não está vendo ela respirar, nada?
Mãe - Ela está roxinha.
Soldado - Só um minutinho, a viatura já deve estar chegando aí.
Mãe – Rápido, rápido.
Pai - Manda, pelo amor de Deus, traz uma pessoa rápido.
Do outro lado da linha, dois pais jovens, inexperientes e desesperados. Mariana tinha apenas dez dias de vida. Havia acabado de mamar e estava se sufocando com o leite.
"Eu gritei porque na hora que ela estava ao telefone´, eu estava na sala, ainda sacudindo minha filha, pedindo para ela voltar, chorando muito, sem saber o que fazer. Eu dizia: manda eles rápido, pelo amor de Deus. A minha filha, salva minha filha”, lembra o pai de Mariana, Charles Zander. “Assim que eu desliguei, saí do meu posto de trabalho e fui conversar com meus colegas bombeiros. Perguntei a eles quanto tempo ia levar para uma viatura dos bombeiros chegar ao local. Ele me informou que ia demorar de 10 a 15 minutos. Aí eu tive que tomar a atitude por telefone", conta o soldado da PM (SC) Cilézio Ramos.
O soldado Cilézio, que não é socorrista, assumiu a responsabilidade de tentar salvar a vida do bebê. Soldado - Seu marido está aí? Deixa eu falar com ele.
Mãe - Rápido, amor, aqui, atende aqui.
Soldado – Ô, "gurizão", a viatura já está indo para aí.
Pai - Pelo amor de Deus, cara!
Soldado - Não grita, se "tu quer" que eu te ajude. Pega essa tua criança, deixa ela de costas para ti. Com que ela se engasgou, cara?
Pai - Com leite, cara, está saindo leite pelo narizinho.
Soldado - Fica em pé, tá? Mas bem devagar, pega ela, coloca em pé, como se fosse dar um soquinho na barriga dela. “Eu tinha medo de apertar a barriga dela com mais força e machucá-la, porque eu sabia que eu estava muito nervoso. Não foi fácil", diz o pai de Mariana.
Soldado - Abaixo do umbigo, dá um leve, pode dar um, dois toques, bem leves, certo? Vê se ela vai melhorar. Pode ficar comigo na linha.
Pai - Peraí. Em pé?
Soldado - Também pode ser sentado, pode sentar numa cadeira, coloca ela em pezinho, de bruços para ti, certo? De costas. As costas dela vão ter que pegar no teu abdome.
Pai - Está sentadinha.
Soldado - Pega, fecha tua mão embaixo do umbigo dela e aperta. Dá uma apertadinha com força, mesmo, para ver se ela consegue desengasgar aí, cara, vai. Vê se consegue.
Pai - Ela já está fazendo barulhinho. Deu um soluço.
Soldado – Deu um soluço? Beleza, "gurizão", é isso aí. Pode colocar teu dedo na boquinha dela, devagarinho, para tirar esse líquido, esse leite.
Pai - Ela está chupando meu dedo.
Soldado - Está chupando teu dedo? Beleza, meu. Beleza, "gurizão"! Que bom, cara! A viatura já vai chegar aí e você vai para o hospital, tá?
Pai - Obrigado.
Soldado - Pára de chorar, isso aí foi Deus que te tocou com tua calma, para que "tu salvasse" tua filhinha, beleza? Ela está chupando teu dedinho, tranqüila?
Pai - Tá. Pô, que bom, cara! Obrigado, cara, obrigado. Obrigado, cara.
Soldado – Eu estou chorando junto contigo, cara. A viatura já está indo para aí, tá?
No dia 19 de outubro, o soldado Cilézio Ramos atendeu uma ligação que marcaria para sempre a vida dele e mudaria o destino de toda uma família. Mãe - Boa tarde, é que eu estou com minha nenê passando mal, ela se engasgou, não está respirando.
Soldado - Não está respirando, senhora? A senhora não está vendo ela respirar, nada?
Mãe - Ela está roxinha.
Soldado - Só um minutinho, a viatura já deve estar chegando aí.
Mãe – Rápido, rápido.
Pai - Manda, pelo amor de Deus, traz uma pessoa rápido.
Do outro lado da linha, dois pais jovens, inexperientes e desesperados. Mariana tinha apenas dez dias de vida. Havia acabado de mamar e estava se sufocando com o leite.
"Eu gritei porque na hora que ela estava ao telefone´, eu estava na sala, ainda sacudindo minha filha, pedindo para ela voltar, chorando muito, sem saber o que fazer. Eu dizia: manda eles rápido, pelo amor de Deus. A minha filha, salva minha filha”, lembra o pai de Mariana, Charles Zander. “Assim que eu desliguei, saí do meu posto de trabalho e fui conversar com meus colegas bombeiros. Perguntei a eles quanto tempo ia levar para uma viatura dos bombeiros chegar ao local. Ele me informou que ia demorar de 10 a 15 minutos. Aí eu tive que tomar a atitude por telefone", conta o soldado da PM (SC) Cilézio Ramos.
O soldado Cilézio, que não é socorrista, assumiu a responsabilidade de tentar salvar a vida do bebê. Soldado - Seu marido está aí? Deixa eu falar com ele.
Mãe - Rápido, amor, aqui, atende aqui.
Soldado – Ô, "gurizão", a viatura já está indo para aí.
Pai - Pelo amor de Deus, cara!
Soldado - Não grita, se "tu quer" que eu te ajude. Pega essa tua criança, deixa ela de costas para ti. Com que ela se engasgou, cara?
Pai - Com leite, cara, está saindo leite pelo narizinho.
Soldado - Fica em pé, tá? Mas bem devagar, pega ela, coloca em pé, como se fosse dar um soquinho na barriga dela. “Eu tinha medo de apertar a barriga dela com mais força e machucá-la, porque eu sabia que eu estava muito nervoso. Não foi fácil", diz o pai de Mariana.
Soldado - Abaixo do umbigo, dá um leve, pode dar um, dois toques, bem leves, certo? Vê se ela vai melhorar. Pode ficar comigo na linha.
Pai - Peraí. Em pé?
Soldado - Também pode ser sentado, pode sentar numa cadeira, coloca ela em pezinho, de bruços para ti, certo? De costas. As costas dela vão ter que pegar no teu abdome.
Pai - Está sentadinha.
Soldado - Pega, fecha tua mão embaixo do umbigo dela e aperta. Dá uma apertadinha com força, mesmo, para ver se ela consegue desengasgar aí, cara, vai. Vê se consegue.
Pai - Ela já está fazendo barulhinho. Deu um soluço.
Soldado – Deu um soluço? Beleza, "gurizão", é isso aí. Pode colocar teu dedo na boquinha dela, devagarinho, para tirar esse líquido, esse leite.
Pai - Ela está chupando meu dedo.
Soldado - Está chupando teu dedo? Beleza, meu. Beleza, "gurizão"! Que bom, cara! A viatura já vai chegar aí e você vai para o hospital, tá?
Pai - Obrigado.
Soldado - Pára de chorar, isso aí foi Deus que te tocou com tua calma, para que "tu salvasse" tua filhinha, beleza? Ela está chupando teu dedinho, tranqüila?
Pai - Tá. Pô, que bom, cara! Obrigado, cara, obrigado. Obrigado, cara.
Soldado – Eu estou chorando junto contigo, cara. A viatura já está indo para aí, tá?
Foi lindo, foi mais uma vez, a prova de que existe uma mão que socorre os inocentes! Deus existe e se manifesta nessas horas. O choro desesperado daquele pai me fez, por alguns instantes, colocar no lugar dele e me imaginar passando por aquela situação.
Algumas crianças trazem desde os seus primeiros anos de vida, lições para os pais e para o mundo. Nesse mundo de hoje tão corrido, tão veloz e barulhento, nos faz perder a capacidade de ouvir o choro quieto daquela mãozinha que segura a nossa, esquecendo de como são frágeis, dependentes e moldados por nossas ações.
Parabéns pro papai que foi forte e pro soldado pelo gesto incrível de fé e humanidade, que salvaram a pequena grande vida.



Eles estão todos loucos e a insanidade chegou a tal ponto de o governo gastar R$ 36,2 milhões em reformas nos apartamentos funcionais dos deputados. Ganharão itens como banheiras de hidromassagem e triturador de alimentos. Alguém faz o favor de beliscar algum deles?!?!?!? Loucura? Demência? Cara-de-pau? Oque que há ???? Tem gente que não tem casa, não tem nada...Meu Deus...Até quando???? Meus votos daqui pra frente serão anulados.











Quem não acompanhou as notícias nos jornais, das "crianças" universitárias que adoram brincar de bater, queimar ou matar pessoas... A indignação tomou conta de todos nós, que vivemos num país sem moral, sem ética e sem respeito com seus cidadãos. 


